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terça-feira, dezembro 10, 2013

Como Conseguir e Manter uma Empregada Doméstica

      Hoje fui recebida pela minha mãe com uma pergunta diferente, diferente mas não deixa de fazer parte do meu trabalho, COMO CONSEGUIR UMA EMPREGADA E MANTÊ-LA???
      Minha resposta: Mãe não faço ideia!!!
      Se essa pergunta fosse feita em relação a qualquer cargo eu teria a resposta na ponta da língua " sua empresa está precisando de um RH Estratégico", mas e como fazemos em relação as nossos braços direitos? Mulheres que nos ajudam, que fazem parte da rotina da nossa casa, cuidam dos nossos filhos??? 
      No dia 3 de abril entrou em vigor a Emenda Constitucional nº 72 ampliando os benefícios dessas trabalhadoras, elas agora tem direito a hora extra, a trabalhar 44h semanais, recolhimento do INSS, FGTS, enfim nada mais justo, porém isso causou um impacto em muitas famílias que não conseguem mais pagar por esse serviço.
      Ao mesmo tempo aquele que pode pagar está se tornando mais exigente, quer uma profissional e isso está nos trazendo uma nova visão sobre essa profissional que já foi tão discriminada.
      Mas será que vamos ter que contratar uma analista de RH para fazer a seleção???
     Talvez. O R&S já comprovou sua eficiência, seria uma boa opção já que agora estamos falando de uma profissional com todos os direitos e consequentemente mais cara. Avaliar o currículo já é o primeiro passo, além disso como todo o profissional podemos ter 90 dias para experiência claro tudo registrado em carteira.
     E terceirizar nós podemos??? Também seria outra opção, além de ficar mais barato em caso de falta poderia ser substituída não nos deixando na mão justamente no dia daquela reunião tão importante. 
     Com todas essas mudanças não estou mais em busca de uma pessoa que limpe a casa, mas de uma pessoa que saiba higienizar minha casa, zelar pela minha filha, ter segundo grau completo, cozinhar ( mas não só feijão e arroz), passar, ser cuidadosa com as coisas da casa, chegar no horário, não faltar, será que é pedir muito???
      Bem pelo menos quando eu falto corro o risco de perder o emprego não é? Mas o que não entendo é porque a pessoa que trabalha na minha casa ( além se ser a única na família que trabalha) é a única que tem que levar a mãe, a sogra, os 15 filhos, sobrinhos, irmã no médico???
      Conclusão, não mãe eu não tenho ideia de como conseguir ou manter uma empregada, talvez seja melhor contratar uma Analista de RH. 

quarta-feira, abril 25, 2012

PALESTRA SOBRE QUALIDADE NA PRODUÇÃO



No dia 24 de Abril de 2012 o Químico Industrial e atual Engenheiro de Processos da Bunge Alimentos Nikson Graciano foi a IBGM realizar uma Palestra sobre a Importância da Qualidade na Produção! As turmas de RH1 D e E o receberam com muito carinho. Foi maravilhoso poder ter mais conhecimento sobre esse assunto que envolve a todos da Organização incluindo o RH.

domingo, março 25, 2012

ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

CONCEITO DE ÉTICA E MORAL

 
ÉTICA:  
    “É o estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente à determinada sociedade, seja de modo absoluto”.(DABH)

         A palavra ética vem do grego ETHOS, que significa o modo de ser, o caráter. Isso indica o comportamento do homem.

MORAL:

         " Que denota bons costumes, boa conduta, segundo os preceitos socialmente estabelecidos pela sociedade ou por determinado grupo social!. ( HOUAISS)

          A palavra Moral vem do latim MOS MORES, significando costumes.


ÉTICA X MORAL

          " A ética é mais ampla, geral, universal do que a moral. A ética tem a ver com princípios mais abrangentes, enquanto a moral se refere mais a determinados campos da conduta humana. A ética é algo maior e a moral é algo mais limitado".

         Ética é o princípio, moral são aspectos de condutas específicas.
         Ética é permanente, moral é temporal.
         Ética é universal, moral é cultural.
         Ética é regra, moral é conduta de regra.
         Ética é teoria, moral é prática.

        " Ética é um conjunto de princípios e valores que guiam e orientam as relações humanas. Esses princípios devem ter características universais, precisam ser válidos para todas as pessoas para sempre". ( Betinho)

          A ética está em tudo o que pensamos e fazemos. Precisamos dela pra saber o que fazer em qualquer situação. Para ser ético, é preciso praticar o respeito, a justiça, o diálogo, a solidariedade.







ABORDAGEM SISTÊMICA

PENSAMENTO SISTÊMICO

Retirado do livro: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO do autor ANTONIO CESAR AMARU MAXIMIANO




        A essência do pensamento ou enfoque sistêmico é a idéia de elementos que interagem e formam conjuntos complexos.
       
        Um dos mais importantes criadores do enfoque sistêmico é o cientista alemão Ludwig von Bertalanffy. No final dos anos 30, Bertalanffy propôs a Teoria Geral dos Sistemas que alcançou seu auge na década de 50.

        O que é Sistema?

      O Sistema é um conjunto de partes interagentes e interdependentes que, conjuntamente, formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam determinada função (OLIVEIRA, 2002, p. 35).

       Sistema pode ser definido como um conjunto de elementos interdependentes que interagem com objetivos comuns formando um todo, e onde cada um dos elementos componentes comporta-se, por sua vez, como um sistema cujo resultado é maior do que o resultado que as unidades poderiam ter se funcionassem independentemente. Qualquer conjunto de partes unidas entre si pode ser considerado um sistema, desde que as relações entre as partes e o comportamento do todo sejam o foco de atenção (ALVAREZ, 1990, p. 17).
       Sistema é um conjunto de partes coordenadas, formando um todo complexo ou unitário.

       Sistema é um conjunto de elementos inter-relacionados. Assim, um sistema é uma entidade composta de pelo menos dois elementos e uma relação estabelecida entre cada elemento e pelo menos um dos demais elementos do conjunto. Cada um dos elementos de um sistema é ligado a todos os outros elementos, direta ou indiretamente.

        TEORIA GERAL DOS SISTEMAS:

        A Teoria Geral dos Sistemas, que explora "TODOS" e " TOTALIDADE", tem duas idéias básicas:

        1. A realidade é feita de sistemas, que são feitos de elementos interdependentes. A realidade não é feita de elementos isolados, sem qualquer relação entre si.
         2. Para compreender a realidade, é preciso analisar não apenas elementos isolados, mas também suas inter-relações.

         Segundo Bertalanffy, a tecnologia e a sociedade tornaram-se tão complexas que as soluções tradicionais não são mais suficientes. É necessário utilizar abordagens de natureza holística ou sistêmica.

          A Teoria dos Sistemas é a reorientação do pensamento e da visão do mundo a partir da introdução dos sistemas com um novo paradigma científico, que contrasta com o paradigma analítico, mecanístico e linear, de causa e efeito da ciência clássica.

         ESTRUTURA DOS SISTEMAS

         Qualquer sistema pode ser representado como conjunto de elementos ou componentes interdependentes, que se organizam em três partes: entradas, processo e saída.
           A entidade concreta que mais facilmente ilustra um sistema é uma fábrica. A fábrica processa ( transforma) entradas como matérias-primas e mão de obra para fornecer produtos - as saídas.
           As entradas e saídas têm a função de fazer o sistema interagir com outros sistemas, que formam o ambiente. O ambiente é um sistema de sistemas.

  • ENTRADAS: As entradas ou componentes ( INPUTS ) compreendem os elementos ou recursos físicos e abstratos de que o sistema é feito, incluindo todas as influências e recursos recebidos do meio ambiente.
  • PROCESSO: Todo sistema é dinâmico e tem processos que interligam os componentes e transformam os elementos de entreda em resultados.
  • SAÍDAS: As saídas ou resultados ( OUTPUTS) são os produtos do sistema. Para uma empresa, considerada sistema, as saídas compreendem os produtos e serviços para os clientes ou usuários, os salários, impostos, os lucros.
  • FEEDBACK: Significa o retorno da informação, é o que ocorre quando a energia, informação ou saída de um sistema a ele retorna. O feedback reforça ou modifica o comportamento do sistema.
     O sistema da empresa é formado de inúmeros  sistemas menores, como o sistema de produção e o sistema administrativo, cada um dos quais tem suas saídas específicas.

     APRENDENDO A USAR O ENFOQUE

     Uma das idéias mais importantes do moderno enfoque sistêmico é a noção de que a natureza dos sistemas é definida pelo observador. Para enfrentar a complexidade, é preciso ter a capacidade de entendê-la. Quem pretende utilizar o enfoque sistêmico deve aprender a enxergar sistemas e sua complexidade. Para enxergar sistemas, é preciso educar-se para perceber os elementos da realidade como parte de sistemas.
      Por exemplo, uma rodovia é parte de um sistema de transportes, que abrange veículos, motoristas, postos de serviços, praças de pedágio, empresas de manutenção e muitos outros componentes. Da mesma forma, todas as organizações são sistemas que podem fazer parte de outros sistemas maiores. Ampliando o foco, as fronteiras do sistema expandem-se demasiadamente e a perspectiva se perde. O sistema de transporte exemplificado anteriormente inclui poços de petróleo, fornecedores de plataformas marítimas, condições metereológicas no mas, que dificultam ou facilitam a extração, e que dependem do movimento do Sol e da Lua que interagem com o Sistema Solar. No final das contas, para andar de automóvel, você depende do comportamento da galáxia. Para usar o enfoque sistêmico, é preciso aprender a delimitar fronteiras de sistemas para entendê-los e manejá-los.
       Em resumo, os limites de qualquer sistema sempre dependem do observador. Os sistemas são como você os enxerga. Por tanto, é preciso fazer " recortes da realidade", para dividi-la em sistemas menores que possam ser estudados isoladamente.
        Finalmente, o enfoque sistêmico é uma forma de olhar e estruturar a realidade. A maioria das escolas e idéias da administração, na atualidade, tem natureza sistêmica.


     

domingo, setembro 04, 2011

TEORIA DO X E Y

 



McGregor é mais conhecido pelas teorias de motivação X e Y. A primeira assume que as pessoas são preguiçosas e que necessitam de motivação, pois encaram o trabalho como um mal necessário para ganhar dinheiro. A segunda baseia-se no pressuposto de que as pessoas querem e necessitam trabalhar. Um argumento contra as teorias X e Y é o fato de elas serem mutuamente exclusivas. Para o contrapor, antes da sua morte, McGregor estava desenvolvendo a teoria Z, que sintetizava as teorias X e Y nos seguintes princípios: emprego para a vida, preocupação com os empregados, controle informal, decisões tomadas por consenso, boa transmissão de informações do topo para os níveis mais baixos da hierarquia, entre outros.

TEORIA DOS DOIS FATORES - HERZBERG

 




  A Teoria dos dois fatores foi formulada e desenvolvida por Frederick Herzberg, a partir de entrevistas feitas com 200 engenheiro e contadores da indústria de Pittsburgh. Estas procuravam identificar quais as consequências de determinados tipos de acontecimentos na vida profissional dos entrevistados, visando a determinar os fatores que os levaram a se sentirem excepcionalmente felizes e aqueles que os fizeram sentir-se infelizes na situação de trabalho.

 Fatores Higiênicos: Ou fatores extrínsecos, pois se localizam no ambiente que rodeia as pessoas e abrange  as condições dentro das quais elas desepenham seu trabalho. Como essas condições são administradas e decididas pela empresa, os fatores higiênicos são: o salário, os benefícios sociais, o tipo de chefia ou supervisão que as pessoas recebem de seus superiores, as condições físicas e ambientais de trabalho, as políticas e diretrizes da empresa, o clima de relações entre a empresa e as pessoas que nela trabalham, os regulamentos internos, etc. São fatores de contexto e  se situam no ambiente externo que cercam o indivíduo. Contudo, de acordo com as pesquisas de Herzberg, quando os fatores higiênicos são ótimos, eles apenas evitam a insatisfação e, quando a elevam, não conseguem sustenta-la elevada por muito tempo. Porém, quando os fatores higiênicos são péssimos ou precários, eles provocam a insatisfação dos empregados.

  Fatores Motivacionais: Ou fatores extrínsecos, pois estão relacionados com o conteúdo do cargo e com a natureza das tarefas que o indivíduo executa. Assim sendo, os fatores motivacionais estão sobre controle do indivíduo pois estão relacionados com aquilo que ele faz e desempenha. Os fatores motivacionais envolvem os sentimentos de crescimento individual, de reconhecimento profissional e as necessidades de autoreavaliação e dependem das tarefas que o indivíduo realiza no seu trabalho.

  Os estudos de Herzberg levaram a conclusão que os fatores que influíam na prodição de satisfação profissional éram desligados e distintos dos fatores que levaram a insatisfação profissional. Assim, os fatores que causavam satisfação estão relacionados a própria tarefa, relações com o que ele faz, reconhecimento pela realização da tarefa, natureza da tarefa, responsabilidade, promoção profissional e capacidade de melhor executá-la. Por outro lado, constatou-se que os fatores causadores de insatisfação são fatores ambientais, isto é, externos à tarefa, tais como: tipo de supervisão recebida no serviço, natureza das relações interpessoais, condição do ambiente onde o trabalho executado e finalmente o próprio salário.

MASLOW E A TEORIA DAS NECESSIDADES



  Abraham Maslow foi um psicólogo comportamental, membro da Human Relations School, em finais da década de 50. Abraham Maslow nasceu em Brooklyn, licenciou-se em Wisconsin e doutorou-se na Universidade de Columbia, onde também trabalhou no departamento de investigação. No Jardim Zoológico de Bronx, estudou o comportamento dos primatas e, entre 1945 e 1947, foi diretor-geral da Maslow Cooperage Corporation. Em 1951, lecionava Psicologia Social na Universidade de Brandeis. Maslow ficou conhecido pelo desenvolvimento da Teoria da Motivação Humana.

  Maslow sugeriu que muito do comportamento do ser humano pode ser explicado pelas suas necessidades e pelos seus desejos. Quando uma necessidade, em particular se torna ativa, ela pode ser considerada um estímulo à ação e uma impulsionadora das atividades do indivíduo. Essa necessidade determina o que passa a ser importante para o indivíduo e molda o seu comportamento como tal. Na teoria de Maslow, portanto, as necessidades se constituem em fontes de motivação.

A Hierarquia das Necessidades de Maslow: Pirâmide de Maslow
O comportamento humano é explicado por Maslow através de cinco níveis de necessidades. Estas necessidades são dispostas em ordem hierárquica, desde as mais primárias e imaturas (tendo em vista o tipo de comportamento que estimulam) até as mais civilizadas e maduras.

Na base da pirâmide, encontra-se o grupo de necessidades que Maslow considera ser o mais básico e reflexivo dos interesses fisiológicos e de sobrevivência. Este é o nível das necessidades fisiológicas, que estimulam comportamentos caracterizados pelo verbo ter.

 O segundo nível da hierarquia é constituído por uma série de necessidades de segurança. Quando a segurança é obtida, surgem as necessidades de pertencer a grupos, associar-se a outras pessoas, ou seja, de se igualar. Estas necessidades são chamadas de sociais ou de associação. O passo seguinte na escala de necessidades é o da estima ou de “status”. Neste ponto, as necessidades de destaque, proeminência, reconhecimento e admiração por parte do grupo são manifestadas por ações que buscam diferenciar.

 Embora as necessidades de estima sejam difíceis de serem superadas, dada sua dependência à receptividade de terceiros, Maslow sugere que em alguns casos elas podem ser adequadamente satisfeitas, liberando assim os indivíduos para atingir o nível mais alto da hierarquia. Quando isto ocorre, as necessidades de maximizar as potencialidades e de testar a própria capacidade farão com que as ações do indivíduo sejam dirigidas em busca do vencer. Este é o nível das necessidades mais maduras e construtivas da hierarquia de Maslow, conhecidas como necessidades de auto-realização.

Necessidades Fisiológicas
As necessidades fisiológicas são bem óbvias e geralmente, se referem a requisitos para a sobrevivência do indivíduo ou da sua espécie. Alguns exemplos desta categoria são:
  • Alimentação
  • Respiração
  • Reprodução
  • Descanso
  • Abrigo
  • Vestimenta
  • Homeostase

Necessidades de segurança

As necessidades de segurança referem-se à estabilidade ou manutenção do que se tem. Dentre as necessidades de segurança podemos exemplificar:
  • Segurança física pessoal
  • Segurança financeira
  • Saúde e bem-estar
  • Rede de proteção contra imprevistos

Necessidades de Associação

Depois que as necessidades fisiológicas e de segurança são atendidas, a terceira camada da pirâmide de Maslow fala de das necessidades de associação, que se referem às necessidades do indivíduo em termos sociais.

 As necessidades de associação incluem aspectos que envolvem relacionamentos baseados na emoção, pois seres humanos precisam sentir-se aceitos e fazendo parte de algo. Alguns exemplos destas necessidades são:
  • Amizade
  • Intimidade
  • Convivência social
  • Família
  • Organizações Sociais
  A ausência destes elementos torna as pessoas suscetíveis à solidão, ansiedade e depressão. Muitas vezes a necessidade destes elementos pode, através da pressão dos pares, sobrepor às necessidades psicológicas e de segurança. Um exemplo disse seria alguém que se expõe de maneira perigosa financeiramente, buscando justamente a aprovação afetiva de seus pares.

 
Necessidades de Estima

Após alcançar as necessidades fisiológicas, de segurança e de associação, o ser humano passa a perseguir a necessidade de estima, ou de ser respeitado em busca de auto-estima e auto-respeito. A estima é um desejo humano de ser aceito e valorizado por si e pelos outros. Note que neste caso não é apenas a busca de uma aceitação de um grupo e sim do reconhecimento pessoal e do grupo da sua contribuição e importância dentro dele.

 Quando não se consegue atingir esta necessidade, aparece a baixa estima e o complexo de inferioridade.


Necessidade de Auto-Realização

 Este é o último patamar da pirâmide de Maslow e as pessoas para terem esta motivação é necessário que as outras tenham sido satisfeitas. Esta necessidade se refere à motivação para realizar o potencial máximo do ser, ou seja, o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser, explorando suas possibilidades. Este pode ser considerado a motivação maior e a única verdadeiramente satisfatória para a natureza humana.

Análise Crítica da Hierarquia das Necessidades de Maslow:
 Embora esta referência seja amplamente utilizada, podemos observar que as necessidades humanas descritas por Maslow podem ser consideradas motivações humanas, ou seja, são as diversas necessidades que fazem com que o homem tenha motivação para agir.

 No entanto, é bastante questionável o fato de que exista uma hierarquia de tais necessidades.

 É evidente que a necessidade de alimentação, vestuário, abrigo é em grande parte a motivação para o trabalho. No entanto, não é correto afirmar que somente no momento em que estas necessidades estão satisfeitas é que o homem passará a outros patamares da pirâmide.

 Não é rara a existência de pessoas que abrem mão das suas necessidades básicas em função de um sonho, de uma auto-realização, pervertendo totalmente o sentido hierárquico da pirâmide.